quarta-feira, 15 de novembro de 2023

A VERDADEIRA RELIGIÃO

 


 

“Se alguém supõe ser religioso, mas não refreia a sua língua, está enganando a si mesmo; a sua religião é vã. A religião pura e sem mácula para com o nosso Deus e Pai é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas aflições e guardar-se incontaminado do mundo.” (Tiago 1:26-27)

 

Alguns equivocadamente tentam desmerecer a religião e tecer muitos comentários negativos sobre a fé religiosa. Embora saibamos que em certos sistemas religiosos não há um compromisso com a verdade divina, tampouco produzam saúde emocional e espiritual aos seus participantes, não podemos esquecer que o ser humano, via de regra, sociologicamente dizendo, é um ser religioso (homos religiosus). Por isso, a fé religiosa se reveste de elemento de imensa importância para o homem em qualquer época, cultura e sociedade.

 

O texto escolhido é a única porção das Escrituras onde a palavra grega para “religioso” ou “religião” aparece. Portanto, para nós, é importantíssimo compreender a perspectiva bíblica dela. Em grego, a palavra é “threskos”, que simplificando, significa uma atitude religiosa, e, aqui, essa atitude é vista de forma positiva. No sentido bíblico, a vida religiosa abençoada tem dois aspectos: o interior e o exterior, e isso não seria de outra maneira.

 

Uma pessoa verdadeiramente religiosa e que procura agradar a Deus sabe que sua religião necessita alterar o seu mundo interior. Neste texto, o exemplo é dado pela mudança de temperamento que se manifesta por meio da fala. É decisivo e inquestionável que o que sai de nossos lábios demonstra o nosso mundo interior, se transformado por Deus ou não.

 

No aspecto externo, enquanto as religiões ritualísticas e sacramentalistas, põem seu foco nos rituais e sacrifícios, a religião real põe seu âmago em práticas de bondade e de amor ao próximo, como visitar e socorrer órfãos e viúvas, e manter-se em santidade pessoal, na pureza de seu corpo.

 

Concluímos assim, que cristãos não precisam rejeitar as palavras “religião” ou “religioso”. Se sabemos do que se trata a verdadeira religião, tornamo-nos pessoas mais virtuosas e santas ao compreender e praticar as coisas que agradam ao nosso Deus e Pai. Sejamos religiosos sem receio.

 

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quarta-feira, 27 de setembro de 2023

ESFORÇO & SUCESSO SE COMPLEMENTAM

 


ESFORÇO & SUCESSO SE COMPLEMENTAM

 

A MAIORIA de nós não nasceu em berço de ouro, não viemos de famílias tradicionalmente abastadas, não tivemos largos privilégios, nem nascemos nas cidades mais influentes do mundo. É fato que precisaremos nos esforçar muito mais, todavia, é também fato que é possível traçar nosso caminho rumo ao sucesso pessoal.

 

“O preguiçoso deseja e nada tem, mas o desejo dos que se esforçam será atendido.”

Provérbios 13:4

 

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segunda-feira, 25 de setembro de 2023

TODA MULHER É BELA?



TODA MULHER É BELA?

 

Dr. Cury[i] soltou um post esta semana, o qual declarava: “O sistema se esqueceu de gritar que a beleza não pode ser padronizada.” Em seu comentário escreveu:  Toda mulher é bela.” Como o digníssimo mestre procura quem pensa e não apenas seguidores, me arrisco em alguns pensamentos.

 

Sigo o doutor desde há muito e tenho vários – senão todos – livros seus em minha biblioteca pessoal, por isso mesmo, compreendo a ideia principal da postagem. Sei que ele está tentando ser positivo e levantar a autoestima de todas as mulheres que, de alguma forma ou por algum motivo, sentem-se fora dos padrões de beleza canonizados ou descontentes com sua estética física e afins. Portanto, sua postagem tem destino louvável e espero que alcance os alvos certeiramente.

 

Agora, desejo de aventurar nas frases isoladamente. Óbvio que a beleza não pode ser padronizada, porém o fato é que ela foi e há muito tempo. Hoje temos vários movimentos na contramão disso, procurando exaltar as diferentes estéticas físicas das mulheres, em quase todas as suas variações. Um bom exemplo disso, são propagandas como as da marca Dove, da empresa Unilever, e outras ações afirmativas em curso. É fato que a beleza não pode ser padronizada, mas acredito ser um fato tão importante quanto, que o feio também não se deve padronizar. Assim como a beleza será, neste caso específico, algo abstrato e subjetivo, o feio seguirá o mesmo “padrão”.

 

Toda mulher é bela mesmo? Aqui não discutimos a estética, a beleza física ou cores, mas aquilo que faz uma mulher ser realmente bela. Pensemos no contrário: uma mulher que lança seu filho ou enteado pela janela, pode ser considerada nesta frase? Uma mulher que ordena a morte de outros é bela? Uma mulher que vive na criminalidade é bela? Uma mulher imoral, sem pudor, irascível, fofoqueira, “barraqueira”, mal educada, brutal, que mata os pais é bela? Uma mulher que prostitui suas filhas é bela? Agora você já sabe onde queremos chegar. Os exemplos podem ser multiplicados à infinidade.

 

Uma mulher pode ser esteticamente e fisicamente bela por fora, mas um mostro por dentro. Ela pode ser considerada uma “deusa” ou sex symbol, porém, uma destruidora da vida. Ela pode ser bonita, de corpo escultural e desejada por milhares de homens (e até por mulheres), mas o que a impede de ser um ser humano horrível, egoísta, ególatra, arrogante, insensata, invejosa, avarenta ou mortal? Nestes casos mencionados, o feio e o belo se mesclaram perfeitamente numa só pessoa.

 

Qual a solução? Enaltecemos o feio em detrimento do belo? De maneira alguma. Mentimos às mulheres e dizemos a elas que a beleza exterior não importa? Isso não dará resultados benéficos. Removemos todos os padrões que existem? Isso também não se mostra algo inteligente, embora pareça, apenas pareça bom. O que diremos?

 

Acredito piamente que as respostas estão em duas palavrinhas, carregadas de significado e poder: Satisfação e Virtudes. O que queremos dizer com elas? Quando uma mulher, e não somente uma mulher, mas todo o ser humano descobre o senso de satisfação, que é resultado de um autoconhecimento e de uma profunda gratidão pelo Dom da vida que tem, o viver e o desfrutar desta vida torna-se mais importante do que tentar mudar a si mesmo esteticamente em padrões que não lhe cabe. A aceitação de si mesmo, a elevação de sua autoestima, não por meros padrões de vestimentas e beleza, mas pelo valor de si mesmo como pessoa criada por Deus, altera a cosmovisão da pessoa e modifica beneficamente seu estilo de vida.

 

A segunda palavra, as virtudes, falam de coisas há muito deixada de lado pelo Ocidente. Quando procuramos desenvolver as nossas virtudes interiores, como ética, bom senso, paz de espírito, paciência, adaptação, amor próprio, perdão, perseverança e etc., tudo ao nosso redor ganha novo sentido, novas cores, nova estética, novos padrões.

 

O que descrevi até aqui não é um ideal romântico, uma utopia, um sonho intangível ou uma espiritualidade que não pode ser alcançada pela maioria. Não. Tudo isso está disponível e esse caminho aberto diante de si, para aqueles que encontram e depositam a fé em Jesus Cristo e em seus ensinos nos Evangelhos. Esse é o caminho mais elevado, a via que não pode ser destruída e a paz que jamais poderá ser retirada dos que creem. Esse é o caminho da beleza suprema.

 

“Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu darei descanso a vocês. Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”. (Mateus 11:28-30)

 

Carlos Carvalho

Professor, Teólogo e Escritor. Pr. Sênior da Comunidade


[i] Instagram: @augustocury

segunda-feira, 17 de julho de 2023

Ordem não é uma ideia filosófica, é uma necessidade

 


 

Definindo: Ordem, do latim ordo, é a colocação ou arrumação das coisas no seu devido lugar. O termo também é usado para fazer referência à correta disposição das coisas entre si. É a relação inteligível estabelecida entre uma pluralidade de elementos; é organização, é uma  estrutura.

 

A criação precisa de ordem, o Universo precisa de ordem, a casa precisa de ordem, um país precisa de ordem e a nossa vida pessoal também. Estranhamente, nos últimos tempos, vemos grupos de pessoas desejando a atuando contra a própria ordem, trazendo confusão, caos e divisões desnecessárias. Ordem não é tirania ou autoritarismo. Ordem é organização e tranquilidade.

 

“Por causa da transgressão da terra, mudam-se frequentemente os príncipes, mas por um, sábio e prudente, a ordem é mantida.” (Provérbios 28:2)

 

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segunda-feira, 26 de junho de 2023

SENSO DE HUMOR & BOM SENSO

 


 

Inicialmente vamos definir os dois termos. O bom senso é a forma coerente e equilibrada de decidir e julgar; é a razoabilidade, a prudência pessoal. É a maneira de agir que não é afetada pelas paixões, que se pauta na razão e no equilíbrio, de acordo com os padrões e a moral. O mesmo que dizer: “Eu não faria isso por uma questão de bom senso!”

 

Senso de humor é a habilidade de quem aprecia situações cômicas, engraçadas ou é capaz de fazer com que outros se divirtam de uma situação qualquer. Quem o aprimora, não perde o senso de humor, mesmo quando passa por situações de sofrimento. É a qualidade da pessoa bem-humorada, contente, alegre.

 

Vamos incluí-los na lista de virtudes aqui. Essas duas virtudes são essenciais para o equilíbrio do ser humano em todas as áreas de seu relacionamento, desde sua família até sua carreira e trabalho, de seu desenvolvimento emocional até o crescimento espiritual. Esses dois mecanismos, quando usados normalmente, regulam todo o nosso ser interior e nossa relação com o mundo exterior.

 

Procuremos viver essas virtudes todos os dias!

 

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quarta-feira, 21 de junho de 2023

Eis aqui a verdadeira definição de AMOR.

 


Eis aqui a verdadeira definição de AMOR.

 

“1 Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine. 2 Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei. 3 E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, isso de nada me adiantará. 4 O amor é paciente e bondoso. O amor não arde em ciúmes, não se envaidece, não é orgulhoso, 5 não se conduz de forma inconveniente, não busca os seus interesses, não se irrita, não se ressente do mal. 6 O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. 7 O amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. 8 O amor jamais acaba.[...]” (1 Coríntios 13:1-8)

 

Um desafio: Inclua aqui, nesta definição, as teses e práticas atuais sobre “amor” que tentam nos convencer. Veja se consegue?

 

#CATM #CBBI #igreja #paravoce #viralizar #bpcarloscarvalho #amor

domingo, 18 de junho de 2023

Sábado ou Domingo? O Dia do Senhor


 

Sábado ou Domingo? O Dia do Senhor

Utilizo deste texto para demonstrar o quão antiga é essa discussão e como não é algo que pode ser resolvido nas redes sociais, em podcasts ou por teólogos de YouTube.

 

A frase "o dia do Senhor" (gr. te kyriakē hēmera) ocorre uma só vez, e isto se dá no último livro do Novo Testamento (Ap 1.10). Seu significado é debatido. Alguns a interpretam como uma referência ao dia escatológico do Senhor. Para outros, refere-se ao Domingo da Páscoa. A maioria, no entanto, entende que se trata de uma referência ao primeiro dia da semana, o domingo.

 

Referências posteriores na literatura cristã primitiva em que o adjetivo (gr.kyriake) era usado sozinho parecem apoiar isto. Inácio, bispo de Antioquia, escreveu aos magnésios por volta de 115 d.C., conclamando-os a "já não viverem pelo sábado mas pelo dia do Senhor (gr. kyriakën], sendo que neste dia ressuscitou a nossa vida" (9.1). Num manual antigo de instrução eclesiástica, o Didaquê (c. de 120 d.c), os cristãos eram dirigidos a se reunirem para adorar no Dia do Senhor (14.1). Segundo o Evangelho de Pedro, apócrifo (c. de 130 d.C.) na noite anterior ao Dia do Senhor a pedra foi rolada para longe do túmulo (9.35). Na aurora do mesmo dia (gr. orthrou de tes kyriakes) o túmulo vazio foi visitado pelas mulheres (12.50). A atração da frase era, no mínimo, dupla. Expressava a convicção cristã de que o domingo era o dia da ressurreição, quando Cristo Jesus conquistou a morte e se tornou Senhor de todos (Ef 1.20-22; 1 Pe 3.21-22) e um dia que previa a volta daquele mesmo Senhor. para consumar a Sua vitória (1Co 15.23-28, 54-57).

 

No NT, o domingo era geralmente designado como "o primeiro dia da semana (gr. mia sabbaton, e.g., Mt 28.1; Mc 16.2; Lc 24.1; Jo 20.1). O termo "sábado"'(gr. sabbatön) referia-se tanto ao sétimo dia da semana, o sábado, como à semana de sete dias na sua totalidade. Visto que somente o sábado tinha um nome específico, os demais dias da semana eram distinguidos por números ordinais, sendo que o domingo era "o primeiro".

 

O termo "dia do sol" (gr. heliou hêmera; nome correspondente a "domingo" em muitos idiomas), nunca usado pelos escritores do NT, apareceu pela primeira vez na literatura cristá na obra de Justino (c. de 150 d.C.; Primeira Apologia 67.3), que seguiu o calendário romano. O nome "dia do sol" veio aos romanos através dos egípcios, que já em tempos antigos adotavam uma semana de dias que tinham os nomes do sol, da lua e de cinco planetas. Para os romanos, o primeiro dia da semana era o dia do sol (lat. dies solis). Com o passar do tempo, no entanto, a designação cristã dominical) veio a substituir o termo '"o Dia do Senhor" (lat. dies "dia do sol" em todo o Império Romano. As línguas neolatinas, desenvolvidas do latim comum, refletem esta mudança, e chamam o primeiro dia da semana de domingo (português e espanhol), domenica (italiano) e dimanche (francês).

 

A Prática Primitiva. O fato de que a igreja primitiva se reunia habitualmente aos domingos durante a era do NT não pode ser demonstrado de modo inequívoco. Duas referências no NT, no entanto, sugerem que isto acontecia. Paulo reuniu-se com a igreja em Trôade (At 20.7) no primeiro dia da semana, numa reunião que parecia ser regular, embora prolongada. Além disso, ordenou que a igreja em Corinto fizesse sua coleta para os necessitados num domingo (1 Co 16.2), prática esta que, provavelmente, mas não necessariamente, coincidia com a reunião da igreja. Se estas reuniões começavam segundo o plano judaico de calcular os dias (de um pôr do sol até o outro), no final da tarde do sábado, ou segundo o plano romano (de meia-noite a meia-noite), num domingo, também é debatível, mas a última probabilidade é maior. Segundo Plínio, um governador romano da Ásia Menor (c. de 95-110), os cristãos reuniam-se ao alvorecer de um dia regularmente estabelecido (lat. stato die) para adorar a Cristo, e depois tinham uma reunião posterior no mesmo dia para tomar uma refeição (Carta a Trajano 10.96.7), prática esta que reconhecia o dia romano. Os cristãos em Corinto, de modo semelhante, reuniam-se para uma refeição comunitária que incluía a observância da Ceia do Senhor (1 Co11.17-34). Não se pode determinar se havia reuniões de manhã e de tarde. Se os comentários subsequentes de Paulo a respeito da adoração (1 Co14.26-40) visavam conformar a prática corintia àquela que estava em vigor em outros lugares (cf. 14.33), logo, a reunião de domingo também era marcada por uma participação congregacional considerável, incluindo-se os cânticos, as orações e a proclamação. Segundo Justino (Primeira Apologia 673-6), os cultos de domingo incluíam a leitura das Escrituras, a exortação, as orações coletivas e individuais, a Ceia do Senhor e uma coleta.

 

A Teologia do Dia do Senhor. Não se sabe quando a igreja primitiva começou os cultos aos domingos. Os escritores do NT sequer oferecem uma base lógica para a mudança l das reuniões da observância do Dia do Senhor do sábado para o domingo, mas vários fatores podem ser sugeridos. (1) O sétimo dia, o sábado, já não era considerado um dia a ser especialmente observado pela adoração e pelo descanso do serviço (Rm 14.5-6; GI 4.8-11; CI 2.16-17; cf. At 15.28-29). (2) O evento da ressurreição, central no evangelho cristão (e.g, At 2.31; 4.2, 10, 33; 10.40; 13.33-37; 17.18; Rm 10.9; 1 Co 15.4, 12-19; 1 Ts1.10), ocorreu num domingo. (3) Quando os escritores do NT designaram os vários dias em que o Cristo ressurreto apareceu e falou aos Seus discípulos, referiram-se uniformemente a domingos (e.g., Mt 28.9; Lc 24.13-34; Jo 20.19, 26). (4) A vinda do Espirito Santo (At 2) ocorreu no Dia do Pentecoste, num domingo. (5) Depois da era do NT, o primeiro e o "oitavo" dia da semana (dois domingos) eram mencionados respectivamente como o dia da criação divina (Justino: Primeira Apologia 67.7) e o dia que antecipava a nova criação ou a eternidade (Barnabé 15.9; cf. 2 Enoque 33.7). O domingo, portanto, era visto como as "'primícias" do estado futuro eterno (cf. 1 Co 15.20). Além disso, talvez os cristãos esperassem a volta do Senhor no Seu dia (cf. Lc 12.35-36).

 

Por trás de cada uma destas razões, no entanto, pode ter havido o desejo da igreja primitiva de se distinguir do judaísmo e das suas observâncias sabáticas distintivas.

 

Carlos Carvalho

Teólogo.

 Bibliografia:

 CHAMPLIN, Russel Norman, 1993/ O Novo Testamento Interpretado: versículo por versículo: vol.1: Mateus, Marcos/ Russel Norman Champlin – Sâo Paulo: Hagnos, 2002

 COENEN & BROWN. Dicionário internacional de teologia do Novo Testamento / Collin Brown, Lothar Coenen (orgs.); [tradução Gordon Chown]. – 2.ed. – São Paulo: Vida Nova, 2000.

 ELWELL, Walter A. Enciclopédia Histórico-teológica da Igreja Cristã. Walter A. Elwell. – [tadução Gordon Chown] – São Paulo: Vida Nova, 1988.

 HAUBECK & SIEBENTHAL – Nova Chave Linguística do Novo Testamento Grego / Wilfrid Haubeck, Heinrich von Siebenthal |trad. Nélio Schneider|Sâo Paulo: Hagnos e Targumim, 2010

 TENNEY, Merrill C. O Novo Testamento: sua origem e análise / Merrill C. Tenney: [tradução Antônio Fernandes]. –3.ed. – São Paulo: Vida Nova, 1995.

 VINE – Dicionário Vine/ W.E.Vine – Rio de Janeiro: CPAD, 2002

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