quarta-feira, 9 de junho de 2021

ESCOLHA DOS SÁBIOS

A Voz dos Sábios

 

"O Universo não tem preferências. Todas as coisas lhe são iguais. Assim, o sábio não conhece preferências, como os homens as conhecem." (Lao-Tsé, 500 a.C.))

 

Eis diante de nós um tremendo salto para se alcançar a verdadeira sabedoria: Fazer escolhas, não baseadas em preferências, mas em utilidade, racionalidade e espiritualidade. Fácil? Não! Porém, um caminho elevado e excelente se abre a partir desta nova perspectiva. Vamos treinar isso?

 

Carlos Carvalho

@escoladegestaodavida

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sábado, 5 de junho de 2021

A MUDANÇA DE MENTALIDADE (II)

 


 

É possível que alguns de nós pensemos que mudar o nosso mindset ou mentalidade seja algo bem simples. Podemos achar que é coisa de fazer declarações positivas logo pela manhã diante do espelho ou respirar fundo e se imaginar uma pessoa totalmente diferente e coisas semelhantes.

 

Embora essas atividades mentais sejam uma parca, mas positiva, descrição de uma mente em transformação e algo bom, que mal algum causa, precisamos entender e aceitar que alterar a nossa mentalidade de fixa para a de crescimento é um processo que, em algum nível para certas pessoas, pode ser “doloroso”.

 

Ao longo de nossa vida – não importando a idade agora – fomos, de maneira intencional ou não por parte dos outros, bombardeados com palavras, sentimentos e informações que criaram em nós limitações e nos bloquearam o crescimento contínuo intelectual e emocional. É impossível impedir que essas coisas aconteçam, mas podemos mudar a forma como lidamos com elas.

 

Os que desde sua infância desenvolveram um mindset de crescimento, souberam tirar vantagens disso e se superaram, porém, os que mantiveram seu mindset fixo, mesmo sem perceber, permitiram a si mesmos, uma vida com menos vitórias e superações. Há boa notícia para os que descobrem que sua mentalidade foi comprometida? Sim, graças a Deus!

 

É isso que temos tentado fazer aqui na Escola de Gestão da Vida, com todas as nossas postagens e materiais disponibilizados. Aproveitem ao máximo!

 

Carlos Carvalho

Escola de Gestão da Vida

Estudos de Mindset

 

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quinta-feira, 3 de junho de 2021

As Novas e Velhas Consciências que a pandemia nos lembrou

 




A pandemia atual nos trouxe de volta – pois o mundo Ocidental estava um tanto esquecido – algumas consciências que sempre permearam alma humana, e são elas: a Consciência da Mortalidade (não somos fisicamente imortais e a mais fantástica máquina construída – o corpo humano – é frágil e mortal). A Consciência da Brevidade da Vida (por causa da mortalidade, percebemos que nossos dias e anos são poucos, por mais que vivamos). E a Consciência da Partida dos que amamos. É possível que nos últimos 70 anos, nunca estivemos diariamente bombardeados pela realidade dura da morte de nossos entes queridos, como neste último biênio 2020/2021.

 

Talvez jamais tenhamos tido a presença do luto em larga escala como hoje, mesmo que se tenha morrido menos pessoas que nas guerras passadas, porém, a internet nos potencializou esse luto de maneira impensável antes. O retorno dessas consciências, por mais duras que sejam, são salutares à alma humana neste planeta.

 

“Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, pois naquela se vê o fim de todas as pessoas; e que os vivos o tomem em consideração. Melhor é a mágoa do que o riso, porque com a tristeza do rosto se melhora o coração. O coração dos sábios está na casa do luto, mas o dos insensatos, na casa da alegria.” (Eclesiastes 7:2-4)

 

Carlos Carvalho, Bp.

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quarta-feira, 2 de junho de 2021

Nossa Ética Espiritual

 

No Caminho do Sucesso Pessoal

Autotransformação (0002)

 

 Permita-me fazer uma reflexão um tanto espiritual hoje sobre a nossa caminhada rumo ao progresso pessoal, e faço isso como uma conclusão após uma tarde de reunião de negócios do terceiro setor.

 

Assim como a prosperidade e a bênção de Yahweh na vida de Jó atraíram os olhares e a inveja de Satanás de tal forma, que esse ser não se conteve, senão somente quando conseguiu quase destrui-lo por completo, não fosse a delimitação divina de suas ações...

 

Semelhantemente em nossos dias (não na mesma medida, graças a Deus!), a nossa prosperidade, o desenvolvimento de nossos projetos, o sucesso de nossos empreendimentos e nosso crescimento pessoal, também incomodarão a certas pessoas que consideram que não somos dignos ou capazes de possuir essas coisas.

 

Quais as nossas respostas para tudo isso? Amor, Perdão, Bondade, Fé, Oração, Trabalho, Diligência, Paz, Determinação, Cortesia, Educação, Mansidão e coisas semelhantes a essas. Amo a Ética Espiritual em Romanos 12...

 

“Façam o contrário: ‘Se o seu inimigo tiver fome, dê-lhe de comer; se tiver sede, dê-lhe de beber; porque, fazendo isto, você amontoará brasas vivas sobre a cabeça dele.’ Não se deixe vencer pelo mal, mas vença o mal com o bem.” (Romanos 12:20,21)

 

Carlos Carvalho

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terça-feira, 1 de junho de 2021

OS DESAFIOS DO FUTURO/HOJE

No Caminho do Sucesso Pessoal

Autotransformação (0001)

 

As demandas de nossos dias realmente não são iguais ao de outros tempos. Aliás, nenhum tempo ou período da História é igual a outro, e todos possuem suas especificidades e complexidades.

 

Precisamos lidar hoje, mais do que estivemos conscientes antes, com toda a novidade que constantemente é criada, com toda a diversidade que se apresenta com rapidez fluida e com todas as diferenças que se avolumam diante de nós.

 

Saber lidar com todas essas coisas, possuir ou adquirir capacidades para gerir essas demandas e tirar o máximo e melhor proveito de tudo isso – claro, com honestidade e ética moral – é um de nossos maiores desafios para o futuro/hoje. Lembre-se:

 

“A sabedoria do prudente é entender o seu próprio caminho, mas a insensatez dos tolos é enganadora.” (Provérbios 14:8)

 

Carlos Carvalho

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segunda-feira, 31 de maio de 2021

UM FANTÁSTICO EXPERIMENTO SOCIAL EM LARGA ESCALA


O que irei escrever aqui é apenas o uso de reflexão, pensamentos soltos e de utopia, mas imagino que se posto em prática, os resultados seriam bem concretos e historicamente cíclico, como se voltássemos no tempo.

 

Suponhamos que pudéssemos construir um enorme muro de separação em nosso país, à semelhança do Muro de Berlim durante a Guerra Fria. De um lado dele, iriam os socialistas, esquerdistas, sindicalistas, marxistas, todos os militantes, comunistas de todos os ambientes de nosso país: políticos, professores, empresários, progressistas, artistas, forças de segurança, médicos, demais profissionais e uma parcela da população – óbvio, todos e todas que se identificassem com essas ideologias. Somaríamos e estes, a maior parte do STF, dos juízes, as TV’s Globo e Band, com todos os seus canais pagos e subsidiárias. Pronto!

 

Do outro lado, iriam os conservadores de verdade, de todos os âmbitos da sociedade, igual ao grupo anterior. Mais os capitalistas, políticos, juízes e população trabalhadora, empreendedora e empresarial que não se identificam em nada com as ideologias do grupo anterior. Deixariam, se desejassem e escolhessem esse lado, as TV’s Record e SBT e o canal do Governo, a TV BR. Permitir-se-ia que canais menores escolhessem o lado que quisessem respeitando o experimento em sua integralidade.

 

Para melhorar a concretude do experimento, colocaríamos os conservadores e capitalistas apenas na região Nordeste do país e todos os demais nas outras regiões. Claro, teria que ocorrer uma gigantesca movimentação de massas humanas para fazer esta separação, mas nada que já não tenha ocorrido na História até aqui. Acabaríamos de vez com as reclamações dessa turma e deixaríamos que eles tomassem as rédeas de um país sem a nossa presença.

 

Após alguns anos, qual dos lados você acha que estaria mais próspero e feliz?

 

© Carlos Carvalho e Azel Smith

Outono de 2021

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A INOVAÇÃO NO ENSINO

 

Alguns pensamentos sobre um texto que li recentemente

 

“O que crianças do século XXI estão fazendo em escolas do século XIX?” Este é o texto de Marcelo Nakagawa do Insper (Instituto de Ensino e Pesquisa) e da FIAP (Faculdade de Informática e Administração Paulista) que encontrei num site de Administração na internet. Ele transcreveu frases verdadeiras e maravilhosas de Eric Mazuz, professor de Harvard e de Vishal Sikka, CEO da Infosys, uma das maiores empresas de tecnologia do mundo.

 

Segundo estes homens, o modelo de educação que dispomos está defasado em pelo menos três séculos (300 anos), e é mantido nos mesmos moldes de quando a sociedade era composta por agricultores na sua maioria. Igualmente, esta escola tem um conceito de educação que visa somente o “adquirir conhecimentos” organizados normalmente para que os aprendizes ”passem no vestibular” de uma faculdade, sem, contudo, produzir verdadeiro aprendizado.

 

Dizem ainda que o modelo educacional atual deveria levar muito mais em consideração alguns elementos característicos das demandas do novo século (XXI) e das necessidades das crianças e adolescentes que nascem nele, tais como:

 

·         Capacidade de aprender a aprender;

·         Ensino ativo (onde o aluno se torna construtor de seu conhecimento);

·         Compreensão da mentalidade líquida (aquela que acessa o conhecimento sem ter de decorá-lo);

·         Capacidade de resolução de problemas complexos;

·         Pensamento crítico;

·         Criatividade;

·         Inteligência emocional;

·         Flexibilidade cognitiva;

·         E desenvolvimento de capacidades empreendedoras – não para a criação de novos negócios, mas para a solução dos desafios do mundo que construirão.

 

Particularmente, sou defensor desta abordagem educacional, porém, ela não deixa de ter pontos importantes em outras vias a se considerar.

 

Primeiro – os homens mencionados acima e outros que pensam igualmente, parecem deliberadamente esquecer que foi precisamente esta mentalidade de “300 anos” que possibilitou todo o avanço tecnológico, industrial, econômico e do conhecimento que dispomos hoje, ou seja, foi esta “escola antiga”, com professores e com a estrutura que ainda vemos nos dias atuais – inclusive nas maravilhosas Universidades nas quais estes proponentes estudaram ou trabalham – que facilitou e criou todo o escopo do conhecimento geral que possuímos e que fez com que chegássemos até aqui.

 

Segundo – me parece que este modelo inovador serve muito bem e mais a mentes que tendem a pensar menos, que escolherão as áreas de humanas e arte, porém, não produzirá o resultado esperado para as áreas de ciências exatas, cosmológicas e biológicas, onde a Matemática avançada, a pesquisa genética, a Física, entre outras, são profundamente dependentes. Estas últimas precisam de muito mais “neurônios”, de “aprendizado decorado” e de fórmulas complexas, sem as quais, elas se tornariam inférteis.

 

Portanto, forçosamente, teremos que concluir, que, mesmo em virtude das demandas, não somente de alguns setores importantes do conhecimento, que podemos sim, alterar as formas com as quais os aprendizes podem construir seu conhecimento, ainda existirão outros, extremamente importantes, como os setores tecnológicos, do conhecimento do Universo e da bios total, em que, provavelmente, este modelo inovador não se aplicará.

 

Ficamos, então, com dois grandes desafios: 1) ampliar os modelos educacionais de tal forma que permitam a estas inovações do “aprender a aprender” gerar os resultados esperados a médio e longo prazo, e 2) conservar, ao mesmo tempo, o modelo educacional que propiciou o avanço do conhecimento em todas as áreas que desfrutamos hoje, a fim de que os setores essenciais do aprendizado científico não sofram com a escassez das mentes necessárias.

 

© Carlos Carvalho

Teólogo, Cientista Social, Jornalista e Gestor de Inovação.

Revisado em janeiro de 2021.

Foto de Max Fischer no Pexels

 

Referência:

Decorar e prova: O que crianças do Século XXI estão fazendo em escolas do Século XIX? Disponível em: http://blogs.pme.estadao.com.br/blog-do-empreendedor/decorar-e-prova-o-que-criancas-do-seculo-xxi-estao-fazendo-em-escolas-do-seculo-xix/.

  O QUE ACONTECERIA SE TODOS FOSSEM EMPREENDEDORES E AUTÔNOMOS?   Meu desejo aqui não é “jogar um balde de água fria” em você ou em seu ...