sexta-feira, 29 de julho de 2022

OS GOVERNANTES



“Quando os justos se multiplicam, o povo se alegra; quando o ímpio domina, então o povo lamenta. [...] O rei justo traz estabilidade ao país, mas o amigo de impostos o leva à ruína.” (Provérbios 29:2-4)

 

O que é mais impressionante é que os verdadeiros sábios do passado já proclamavam a sabedoria para que os governantes tivessem sucesso em seu trabalho. Duas coisas são incríveis neste texto do Rei Sábio: a primeira é que desde a antiguidade se sabe que gente injusta, profana, irreverente, maligna, mentalmente comprometida com ideologias de controle e de poder, jamais deveriam governar, pois o “governo” só tem sentido se for para o benefício do povo em geral, não de partidos, facções ou para pequenos grupos.

 

A segunda é que os sábios do mundo antigo sempre souberam que a quantidade de impostos cobrados das pessoas, dos trabalhadores, dos empresários – pois apenas daí vem a riqueza de um país – afeta diretamente a prosperidade da própria nação. Taxar riquezas à revelia, multiplicar o úmero de impostos sobre tudo e taxar o consumo é a receita do empobrecimento de qualquer país. Não há uma nação no mundo onde essa fórmula tenha produzido benefícios gerais à sua população. Essas são ações de gente ímpia, preguiçosa e ociosa, que vive da espoliação legal da riqueza do próximo, porque não têm coragem de trabalhar. Mas o pior mesmo é que gente dessa estirpe chega ao poder.

 

Carlos Carvalho, Prof., Bp.

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segunda-feira, 25 de julho de 2022

NOSSAS POSIÇÕES CRISTÃS



 

Não sei o porquê da dificuldade de alguns entenderem nossas posições. Se somos genuínos cristãos – não pseudo ou falsos cristãos – jamais poderemos apoiar pautas que normatizem a eliminação da vida, a mudança do matrimônio hétero, a destruição da família tradicional e nuclear, o solapar da ética e da moral conservadora, a transformação do bom comportamento e da santidade do corpo para dar lugar a falsa liberdade, a libertinagem, aceitar o estrangulamento das liberdades pessoais, acatar leis injustas, sujeitarmo-nos a um Estado opressor, controlador e consumidor de nossas riquezas, não nos opor aos elevados e ridículos impostos sanguessugas, aceitar com naturalidade ideologias humanas e partidárias que intentam eliminar ou controlar a fé, a sociedade e o sistema de vida como um todo.

 

Como genuínos cristãos, desde nosso nascedouro, fazemos oposição aos maus, aos imperadores, aos falsos pastores e falsos cristãos, aos governantes ímpios, sejam civis ou religiosos, fazemos com naturalidade a desobediência civil, e, quando possível, transformamos as sociedades. Nos insurgimos contra políticos, presidentes, reis e governadores que não honram a Deus e ao seu Cristo, que tentam destruir a centralidade da Palavra de Deus como norteadora da vida humana, e, mesmo sendo mortos até os dias de hoje em diversos lugares do mundo, ainda estamos aqui.

 

Enquanto fazemos tudo isso, amamos o próximo, fazemos o bem a todos sem distinção, perdoamos os que nos desejam e nos fazem mal, convivemos com as diferenças e divergências, não desejamos a morte de ninguém, não destruímos o patrimônio público ou alheio, não ateamos fogo em nenhum lugar, não invadimos o que não nos pertence, não tomamos a força nada do outro, não dependemos de benesses do Estado, não fazemos conchavos políticos, pregamos o Evangelho, vidas são diariamente transformadas em pessoas melhores, libertas e pacíficas. E muito mais realizamos todos os dias.

 

Todos os que se dizem cristãos e não vivem segundo essas normas e comportamentos espirituais, não são verdadeiros cristãos, tampouco pertencem a Deus e ao aprisco do Bom Pastor, Cristo Jesus, nosso Senhor.

 

Carlos Carvalho, Prof., Bp.

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quinta-feira, 30 de junho de 2022

O PERIGO DA LEI EM NOSSOS DIAS

 


 

Inicio tranquilizando os leitores que o que escreverei aqui não tem a ver com insurreição, fanatismo, fundamentalismo, anarquia ou revolução. Apenas será uma reflexão sobre como percebo em nossos dias as “leis” que nos governam. Diga-se de passagem, as mais recentes, de algumas décadas para cá.

 

As nossas leis não são resultado da vontade de todos ou da extensa pública sobre um tema específico. Elas são fruto de política representativa, ou seja, pessoas que foram eleitas por voto popular, mesmo não representando a totalidade dos habitantes de uma cidade, estado ou nação, são os responsáveis pela construção de nossas leis.

 

O pior nisso é que, mesmo no caso de uma pessoa eleita por um grupo, ela pode, por conta própria ou por imposição partidária, votar por criar leis que sequer sejam a vontade da maioria que a escolheu para representá-lo. E, mesmo contra a vontade dos verdadeiros donos de eu mandato, irá contrariá-los sem que tenha de prestar contas por isso a eles e jamais será “punido” por sus decisões, a não ser em uma eventual próxima eleição.

 

É precisamente aqui que reside o perigo da Lei e ela se torna um instrumento altamente pernicioso para uma sociedade e para as liberdades individuais. E por quê? Por causa de sua própria essência. A Lei normatiza a nossa vida em sociedade e isso é antigo. Como sociedades, permitimos que as leis sejam o árbitro de nossas demandas e de nossas relações humanas, comerciais e sociais. Quando uma Lei é justa, todos ganham com ela, quando uma Lei é injusta ou parcial, apenas alguns são beneficiados.

 

Hoje, temos uma série de pessoas nas posições representativas que têm a prerrogativa de criar ou modificar as leis de nosso país. Elas podem, a seu bel prazer, sem serem responsabilizadas por isso, criar e votar leis injustas, parciais, incoerentes e mesmo irracionais, que não beneficiariam a sociedade como um todo, porém, uma pequeníssima parcela dela, considerando com isso que está sendo feita uma justiça mais ampla, contudo, isso é somente retórica vazia e inescrupulosa, sem a consistência  do bem comum.

 

Leis criadas, independente de serem boas, amplas ou parciais e ruins, por conta de nossa própria autodeterminação social – outros chamariam de contrato social – nos obrigamos a aceitá-las e a cumpri-las, sob a pena de sermos punidos por desobediência. Colocamos uma faca em nossa própria garganta nesta situação. A Lei se torna nosso tutor e nosso carrasco, e o pior aqui, não possuímos defesas contra ela. Ao aceitarmos qualquer tipo de “Lei” como algo legítimo, amarramos as nossas próprias mãos contra nós mesmos. Com isso, criamos uma hidra mitológica que nos ataca o tempo todo, e, mesmo cortando uma de suas cabeças, surgem outras no lugar.

 

“Ai dos que decretam leis injustas, dos que escrevem decretos opressivos,”

(Isaías 10:1)

 

“O legislador não tem poder absoluto sobre nossa pessoa e nossas propriedades. Elas já existiam antes dele e sua função é apenas garantir a segurança delas. [...] A lei não pode reger a minha consciência. [...] A missão da lei não é oprimir pessoas nem espoliar suas propriedades, ainda que para fins filantrópicos, mas protege-las. [...] A lei se tornou o campo de batalha de todos os devaneios e de todas as ganâncias.” (Frédéric Bastiat, 1801-1850)

 

Carlos Carvalho, Prof., Bp.

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terça-feira, 14 de junho de 2022

A mente de um Príncipe do Brasil

 


 

Li, mais uma vez, agora mais detidamente e estudando, o texto chamado de “Manifesto da Independência do Brasil’, assinado pelo nosso Príncipe Regente, Dom Pedro l, em 1 de agosto de 1822, ao proclamar nossa independência das Cortes de Portugal. O texto é belo e profundo, retratando realidades que infelizmente vemos até hoje na política e no judiciário nacionais. Destaco somente algumas palavras, mas reitero que amo mais fortemente nosso país e desejo ainda mais lutar por sua prosperidade e grandeza, por amor de nosso povo e por nosso solo abençoado.

 

“Brasileiros, está acabado o tempo de enganar os homens. Os governos que ainda querem fundar o seu poder sobre a pretendida ignorância dos povos, ou sobre antigos erros e abusos, têm de ver o colosso da sua grandeza tombar da frágil base sobre a qual se erguera outrora [...].”

 

Na ótica do Príncipe, o Brasil é “esta grande peça da benéfica natureza, que faz a inveja e a admiração das nações do mundo.” Para ele, as forças externas de sua época tinham um propósito: “seus fins eram paralisar a prosperidade do Brasil, consumir toda a sua vitalidade, e reduzi-lo a tal inanição e fraqueza que tornasse infalível a sua ruína e escravidão.”

 

E mais: “Decretou-lhes governos sem estabilidade e sem nexo, com três centros de atividades diferentes, insubordinados, rivais e contraditórios, destruindo assim a sua categoria de Reino, aluindo assim as bases da sua futura grandeza e prosperidade, e só deixando-lhes todos os elementos da desordem e da anarquia.” [...] “Lançou mãos roubadoras aos recursos aplicados ao Banco do Brasil [...] Negociava com as nações estranhas a alienação de porções do vosso território para vos enfraquecer e escravizar.”

 

Ele cria que “ideias úteis e necessárias ao bem da nossa espécie não são destinadas somente para ornar páginas de livros, e que a perfeição concedida ao homem pelo Ente Criador e Supremo deve não achar tropeço e concorrer para a ordem social e felicidade das nações.” Ele esperava que os representantes dessem ao povo brasileiro “um Código de Leis adequadas à natureza das vossas circunstâncias locais, da vossa povoação, interesse e relações, cuja execução será confiada a juízes íntegros, que vos administrem justiça gratuita, e façam desaparecer todas as trapaças do vosso Foro, fundadas em antigas leis obscuras, ineptas, complicadas e contraditórias. Eles vos darão um Código Penal ditado pela razão e humanidade, em vez dessas leis sanguinolentas e absurdas, de que até agora fostes vítimas cruentas.”

 

Estas e outras fortes e belas palavras, postas apenas em um pequeno documento histórico, deveriam nos corar de vergonha e nos fazer humilhar diante do Eterno, por permitirmos que monstros políticos atuem livremente no Congresso, governantes sem pudor sejam eleitos, corruptos e preguiçosos tornem-se e mantenham-se como funcionários públicos, leis indecentes e imorais sejam afixadas, impostos sanguessugas ainda vigorem para destruir nosso poder de compra, riquezas pessoais e familiares e também a prosperidade de nosso trabalho e empreendedorismo, para serem consumidos numa máquina obsoleta que nada contribui para o nosso crescimento em qualquer área de nossas vidas.

 

Com o amor e paixão revigorados por nosso Brasil,

 

Carlos Carvalho, Bp.

Junho de 2022

(200 anos deste Manifesto)

 “Ainda há um mal que vi debaixo do sol, um erro cometido pelos que governam: os tolos colocados em muitos postos elevados, enquanto os ricos ocupam os postos inferiores. Vi servos andando a cavalo e príncipes andando a pé como se fossem servos.” (Eclesiastes 10:5-7)

 

segunda-feira, 25 de abril de 2022

ESTADOS DE ÂNIMO POSITIVOS


 



Chamamos isso estado de espírito. Esses ambientes de nossa alma têm funções importantes na superação das ansiedades e sentimentos negativos que atrapalham ou paralisam nosso desempenho. Os pesquisadores falam de estados de euforia branda — hipomania, como é tecnicamente chamada — mas que, quando em descontrole, causam tendências para as manias e as oscilações de humor. Em pessoas bem controladas, esses estados ajudam a fluir a criatividade e o pensamento.

 

Os estados de ânimo positivos, enquanto duram, dizem os estudiosos, aumentam a capacidade de pensar com flexibilidade e mais complexidade, tornando assim mais fácil encontrar soluções para os problemas, intelectuais ou interpessoais. Outro desses é o riso, como a euforia, segundo outro pesquisador: “parece ajudar as pessoas a pensar com mais largueza e a fazer associações de forma mais livre, percebendo relações que de outro modo poderiam ter-lhes escapado — uma aptidão mental importante não apenas na criatividade, mas para reconhecer relacionamentos complexos e prever as consequências de uma determinada decisão.”

 

C.K. Carvalho

Estudos de Mindset / Escola de Gestão da Vida

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domingo, 17 de abril de 2022

Você já leu sobre o Teste dos Marshmallows?

 


 

O psicólogo Walter Mischel, na década de 1960, numa pré-escola da Universidade de Stanford, e envolvendo sobretudo filhos de professores universitários e de outros funcionários do campus, com idade de 4 anos, guiou um estudo e acompanhou as crianças até concluírem o período escolar básico. O teste consistia numa proposta: se eles conseguissem esperar o pesquisador voltar de uma determinada tarefa, ganhariam dois marshmallows de presente. Se não, ganhariam só um.

 

Algumas foram capazes de esperar o que certamente devem ter sido intermináveis 15 a 20 minutos até o pesquisador retornar. A fim de se aguentarem na luta contra o impulso, tapavam os olhos para evitar a tentação, ou metiam a cabeça entre os braços, conversavam consigo mesmas, cantavam, brincavam com as mãos e os pés, e até tentavam dormir. Esses valentes pré-escolares receberam a recompensa dos dois marshmallows. Mas outros, mais impulsivos, agarraram o seu único doce, quase sempre segundos depois de o pesquisador deixar a sala para ir cumprir sua “tarefa”.

 

O diagnóstico de como lidaram com esse momento de impulso tornou-se claro 12 a 14 anos depois, quando essas mesmas crianças foram observadas na adolescência. A diferença emocional e social entre os pré-escolares que agarraram o marshmallow e seus colegas que adiaram a satisfação era impressionante. Os que resistiram à tentação aos 4 anos eram, agora, adolescentes mais competentes socialmente: pessoalmente eficazes, autoassertivos e mais bem capacitados para enfrentar as frustrações da vida. Tinham menos probabilidade de desmontar-se, paralisar-se ou regredir sob tensão, ou ficarem abalados e desarvorados quando pressionados; aceitavam desafios e iam até o fim, em vez de desistir, mesmo diante de dificuldades; eram independentes e confiantes, confiáveis e firmes; e tomavam iniciativas e mergulhavam em projetos. E, mais de uma década depois, ainda podiam esperar um certo tempo para receber suas recompensas, enquanto perseguiam seus objetivos.

 

Aqueles que agarraram o marshmallow — cerca de um terço do grupo — tendiam a ter reduzidas essas qualidades e possuíam, ao contrário, um perfil psicológico relativamente mais problemático. Na adolescência, tinham mais probabilidade de serem considerados tímidos nos contatos sociais; de serem teimosos e indecisos; de perturbarem-se facilmente diante de frustrações; de julgarem-se “ruins” ou indignos; de regredirem ou ficarem imobilizados quando tensos; de serem desconfiados e ressentidos por “Não conseguir nada”; de tenderem ao ciúme e à inveja; de reagirem exageradamente a irritações com mau humor, desta forma provocando discussões e brigas. E, após todos aqueles anos, continuavam sendo incapazes de aguardar a recompensa.

 

O que aparece discretamente no início da vida desabrocha numa ampla gama de aptidões sociais e emocionais com o desenrolar dela. A capacidade de conter os impulsos está na raiz de uma pletora de esforços que vão desde manter uma dieta até lutar para a obtenção de um diploma em medicina. Algumas crianças, mesmo aos 4 anos, já dominaram o básico: conseguiram interpretar as circunstâncias sociais como uma situação em que o saber esperar é vantajoso, significa desconcentrar-se da tentação imediata e distrair-se enquanto mantêm a necessária perseverança para chegar ao objetivo — os dois marshmallows.

 

Mais surpreendente ainda: quando as crianças testadas foram de novo avaliadas ao concluírem o ginásio, as que tinham sido pacientes aos 4 anos eram muito superiores, como estudantes, do que as que haviam agido impulsivamente. Segundo relato dos pais, eram mais competentes em termos acadêmicos: mais capazes de pôr as ideias em palavras, usar e responder à razão, concentrar-se, fazer planos e segui-los até o fim, e mais ávidas por aprender. Mais espantoso ainda: contavam pontos sensacionalmente mais altos em seus testes de avaliação (SAT[1]). O terço de crianças que aos 4 anos agarraram mais avidamente o marshmallow tinha uma contagem verbal média de 524 e quantitativa (ou matemática) de 528; o terço que esperou por mais tempo tinha contagens médias de 610 e 652, respectivamente — uma diferença de 210 pontos na contagem total.

 

Aos 4 anos, o desempenho da criança nesse teste de adiamento da satisfação é duas vezes mais poderoso como previsão de quais vão ser suas contagens no SAT do que o QI nessa idade; o QI só se torna um previsor mais forte do que o SAT depois que as crianças aprendem a ler. Isso sugere que a capacidade de adiar a satisfação contribui muito para o potencial intelectual, inteiramente à parte do próprio QI. (Um fraco controle de impulso na infância é também um poderoso previsor de delinquência futura, também aqui mais que o QI).

 

Embora alguns afirmem que o QI não pode ser mudado e que, portanto, representa uma inflexível limitação do potencial de vida da criança, há amplos indícios de que aptidões emocionais como o controle de impulso e a interpretação de uma circunstância podem ser aprendidas. O que Walter Mischel, que fez o estudo, descreve com a expressão um tanto infeliz “autoimposto adiamento de satisfação com vistas a uma meta” é talvez a essência da autorregulação emocional: a capacidade de controlar um impulso para conseguir chegar a um objetivo, seja montar uma empresa, solucionar uma equação algébrica ou disputar a Copa Stanley[2]. As constatações dele acentuam o papel da inteligência emocional como uma capacidade de atingir metas, determinando como as pessoas podem empregar bem ou mal suas outras capacidades mentais.

 

Daniel Goleman, ph.D.

Inteligência Emocional


C.K. Carvalho
Escola de Gestão da Vida

[1] O exame visa avaliar o conhecimento e as habilidades de pensamento crítico dos alunos por meio de três áreas: matemática, leitura crítica (linguagem e interpretação de texto) e escrita.

 

[2] A Copa Stanley (Stanley Cup, em inglês; Coupe Stanley, em francês) é o troféu dado à equipe vencedora da NHL (National Hockey League), principal liga de hóquei no gelo do mundo

segunda-feira, 11 de abril de 2022

APRENDENDO COM DEUS A LIDAR COM O DINHEIRO

 


 

Iniciamos com algumas percepções bem simples a nossa jornada. Se tentamos aprender os princípios divinos para as nossas finanças, devemos, por obviedade, nos mover dentro de um limite claro e definido, as Escrituras Sagradas, por ser elas, a expressão final da vontade concreta e objetiva do Eterno para os seres humanos. Se não fizermos isso, estamos em aberto risco de comprometer a própria jornada e de recebermos ensinamentos estranhos e diversos que nada ajudarão ao propósito que almejamos. E, neste ponto, fazemos uma verdaderia divisão de águas entre os que querem “ouvir” de Deus e os oportunistas de plantão. O que devemos saber de pronto?

 

“Quem é fiel no pouco também é fiel no muito; e quem é injusto no pouco também é injusto no muito. Portanto, se vocês não forem fiéis na aplicação da riqueza injusta, quem lhes confiará a verdadeira riqueza? Se vocês não são fiéis na aplicação do que é dos outros, quem lhes dará o que é de vocês? Nenhum servo pode servira dois senhores; porque irá odiar um e amar o outro ou irá se dedicar a um e desprezar o outro. Vocês não podem servir a Deus e à riqueza.” (Lucas 16:10-13)

 

Eis os primeiros fatos. A forma como lidamos com o dinheiro afeta nossa conexão com Deus. Jesus nos ensina, com essa passagem, que a qualidade de nossa vida espiritual está diretamente ligada a lidarmos com nosso dinheiro de maneira apropriada. Se o usamos de acordo com os princípios das Escrituras, a conexão com Ele fica mais forte. Porém, quando gerenciamos nosso dinheiro de forma infiel, nossa comunhão com Ele será afetada negativamente. Concluímos, em primeira instância que, As posses competem para que nosso coração esteja dividido entre elas e Deus com o objetivo de dominá-lo. O senhor de nosso coração é o dono de nossa vida, incluindo a financeira.

 

C.K. Carvalho

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  O QUE ACONTECERIA SE TODOS FOSSEM EMPREENDEDORES E AUTÔNOMOS?   Meu desejo aqui não é “jogar um balde de água fria” em você ou em seu ...